quinta-feira, 24 de maio de 2018
sábado, 19 de maio de 2018
Pentecostes
A Igreja conclui hoje o Tempo Pascal com a solenidade de Pentecostes. Não poderia ser diferente, pois o Espírito Santo é o fruto da paixão morte e ressurreição do Senhor Jesus. Ele morreu entregando na cruz o Espírito e, no mesmo Espírito, foi ressuscitado pelo Pai. Agora, plenificado por esse Espírito, derramou-o e derrama-o sobre a Igreja e sobre toda a criação. Vejamos alguns aspectos da ação do Espírito.
(1) Primeiramente, por ser Espírito do Cristo, ele nos une ao Senhor Jesus, dando-nos a sua própria vida, como a cabeça dá vida ao corpo e o tronco dá vida aos ramos. É no Espírito que Cristo habita realmente em nós desde o nosso batismo, e faz crescer sua presença em nós em cada eucaristia, quando comungamos o corpo e o sangue daquele Senhor, que é pleno do Espírito. Só no Espírito podemos dizer que Cristo permanece em nós e nós permanecemos nele; só no Espírito podemos dizer que já não somos nós que vivemos, mas Cristo vive em nós, com seus sentimentos, suas atitudes e sua entrega ao Pai. Por isso, somente no Santo Espírito nossa vida pode ser vida em Cristo, vida de santidade.
(2) Mas, o Espírito, além de agir em cada cristão, age na Comunidade como um todo, edificando a Igreja, fazendo-a sempre corpo de Cristo. Antes de tudo, ele vivifica a Igreja com a vida do Ressuscitado, incorporando sempre nela novos membros, fazendo-a crescer mais na plenitude de Cristo. Depois, ele suscita incontáveis ministérios, carismas e dons, desde os mais simples, como até aqueles mais vistosos ou mais estáveis, como os ministérios ordenados: os Bispos, padres e diáconos. É o Espírito que mantém esta variedade em harmonia e unidade, para que tudo e todos contribuam para a edificação do corpo de Cristo, que é a Igreja. Assim, é no Espírito que surge e ressurge sempre a vida religiosa, com tantos carismas diferentes, é no Espírito que os mártires testemunham Cristo até a morte, é no Espírito que se exerce a caridade, se visita os enfermos, se consola os sofredores, se aconselha, se socorre os pobres, se prega o Evangelho… enfim, é no Espírito que a Igreja vive, cresce e respira!
(3) É no Espírito que os santos sacramentos são celebrados com eficácia, pois que o Espírito é a própria energia, a própria graça, a própria força de vida e ressurreição que o Cristo recebe do Pai e derrama sobre a Igreja. Sendo assim, é no Espírito que a Igreja é continuamente edificada e renovada, até a vida eterna.
(4) É no Espírito que os cristãos podem rezar, proclamando do fundo do coração que Jesus é Senhor e que Deus é nosso Pai de verdade. Somente porque temos o Espírito recebido no batismo é que somos realmente filhos de Deus, já que recebemos o Espírito do Filho que clama em nós “Abbá” – Pai. O Espírito une a nossa oração à oração de Jesus, dando-lhe valor e eficácia e colocando-nos na vida da própria Trindade Santa. Sem o Espírito, não poderíamos chamar a Deus de Pai, sem o Espírito nossa oração não seria a de Jesus e nosso louvor, nossa adoração e nossa intercessão não estariam unidas e inseridas na própria união de Jesus com o Pai.
(5) É o Espírito quem recorda sempre à Igreja a verdade do Evangelho, conduzindo-a sempre mais adiante no conhecimento de Cristo. Por isso, assistida pelo Espírito da Verdade, a Igreja jamais pode errar na sua profissão de fé; jamais pode afastar-se da verdade católica que recebeu dos apóstolos. Assim, somente no Espírito é que cremos com fé certa na fé da Igreja!
(6) É ainda no Espírito que a Igreja, ansiosa, olha para a frente, para o futuro e, inquieta, clama que o Esposo venha logo para consumar todas as coisas. Por isso, na força do Espírito, a Igreja deverá ser sempre fiel a cada época, sem saudosismos nem medos, construindo com humildade o Reino de Deus, até que venha o seu Esposo e leve tudo à consumação. É no Espírito que os cristãos devem viver como profetas do Reino que está por vir, denunciando com doçura e vigor tudo quanto se oponha à manifestação desse Reino. No Espírito, a Igreja anunciará sempre o Evangelho, superando todo medo de falar de modo novo a constante e imutável verdade do Evangelho, que interpela, transforma e converte o coração.
(7) Mas, o Espírito não está restrito à Igreja. Ele enche, impregna e renova o universo e toda a humanidade. Onde menos esperamos, onde ainda não chegamos, lá já podemos encontrar a ação do Espírito do Senhor, que cai cristificando toda a humanidade e todas as coisas.
(8) É o Espírito que vai, com força e discrição, guiando a história humana para a plenitude de Cristo, e isto por mais que, tantas vezes, o mundo pareça perdido e sem rumo, em meio a guerras, injustiças, hipocrisias, violências, tristezas e mortes. Cabe aos cristãos, saberem discernir e interpretar os sinais dos tempos, que o Santo Espírito faz brotar por toda parte, tendo ouvidos para ouvir o que o ele diz à Igreja.
(9) Finalmente, é no Espírito, que um dia, no Dia de Cristo, quando ele, nossa vida, aparecer em glória, tudo será glorificado, a história será passada a limpo, a criação inteira será transfigurada, o pecado será destruído para sempre, a morte será vencida e nossos corpos mortais ressuscitarão, transfigurados como o corpo do Cristo Jesus ressuscitado. Então, plena do Espírito, toda criação será plenamente corpo de Cristo. O Ressuscitado será Cabeça dessa nova criação e entregará tudo ao Pai, para que o Pai, pelo Filho, no Espírito, seja tudo em todas as coisas.
(1) Primeiramente, por ser Espírito do Cristo, ele nos une ao Senhor Jesus, dando-nos a sua própria vida, como a cabeça dá vida ao corpo e o tronco dá vida aos ramos. É no Espírito que Cristo habita realmente em nós desde o nosso batismo, e faz crescer sua presença em nós em cada eucaristia, quando comungamos o corpo e o sangue daquele Senhor, que é pleno do Espírito. Só no Espírito podemos dizer que Cristo permanece em nós e nós permanecemos nele; só no Espírito podemos dizer que já não somos nós que vivemos, mas Cristo vive em nós, com seus sentimentos, suas atitudes e sua entrega ao Pai. Por isso, somente no Santo Espírito nossa vida pode ser vida em Cristo, vida de santidade.
(2) Mas, o Espírito, além de agir em cada cristão, age na Comunidade como um todo, edificando a Igreja, fazendo-a sempre corpo de Cristo. Antes de tudo, ele vivifica a Igreja com a vida do Ressuscitado, incorporando sempre nela novos membros, fazendo-a crescer mais na plenitude de Cristo. Depois, ele suscita incontáveis ministérios, carismas e dons, desde os mais simples, como até aqueles mais vistosos ou mais estáveis, como os ministérios ordenados: os Bispos, padres e diáconos. É o Espírito que mantém esta variedade em harmonia e unidade, para que tudo e todos contribuam para a edificação do corpo de Cristo, que é a Igreja. Assim, é no Espírito que surge e ressurge sempre a vida religiosa, com tantos carismas diferentes, é no Espírito que os mártires testemunham Cristo até a morte, é no Espírito que se exerce a caridade, se visita os enfermos, se consola os sofredores, se aconselha, se socorre os pobres, se prega o Evangelho… enfim, é no Espírito que a Igreja vive, cresce e respira!
(3) É no Espírito que os santos sacramentos são celebrados com eficácia, pois que o Espírito é a própria energia, a própria graça, a própria força de vida e ressurreição que o Cristo recebe do Pai e derrama sobre a Igreja. Sendo assim, é no Espírito que a Igreja é continuamente edificada e renovada, até a vida eterna.
(4) É no Espírito que os cristãos podem rezar, proclamando do fundo do coração que Jesus é Senhor e que Deus é nosso Pai de verdade. Somente porque temos o Espírito recebido no batismo é que somos realmente filhos de Deus, já que recebemos o Espírito do Filho que clama em nós “Abbá” – Pai. O Espírito une a nossa oração à oração de Jesus, dando-lhe valor e eficácia e colocando-nos na vida da própria Trindade Santa. Sem o Espírito, não poderíamos chamar a Deus de Pai, sem o Espírito nossa oração não seria a de Jesus e nosso louvor, nossa adoração e nossa intercessão não estariam unidas e inseridas na própria união de Jesus com o Pai.
(5) É o Espírito quem recorda sempre à Igreja a verdade do Evangelho, conduzindo-a sempre mais adiante no conhecimento de Cristo. Por isso, assistida pelo Espírito da Verdade, a Igreja jamais pode errar na sua profissão de fé; jamais pode afastar-se da verdade católica que recebeu dos apóstolos. Assim, somente no Espírito é que cremos com fé certa na fé da Igreja!
(6) É ainda no Espírito que a Igreja, ansiosa, olha para a frente, para o futuro e, inquieta, clama que o Esposo venha logo para consumar todas as coisas. Por isso, na força do Espírito, a Igreja deverá ser sempre fiel a cada época, sem saudosismos nem medos, construindo com humildade o Reino de Deus, até que venha o seu Esposo e leve tudo à consumação. É no Espírito que os cristãos devem viver como profetas do Reino que está por vir, denunciando com doçura e vigor tudo quanto se oponha à manifestação desse Reino. No Espírito, a Igreja anunciará sempre o Evangelho, superando todo medo de falar de modo novo a constante e imutável verdade do Evangelho, que interpela, transforma e converte o coração.
(7) Mas, o Espírito não está restrito à Igreja. Ele enche, impregna e renova o universo e toda a humanidade. Onde menos esperamos, onde ainda não chegamos, lá já podemos encontrar a ação do Espírito do Senhor, que cai cristificando toda a humanidade e todas as coisas.
(8) É o Espírito que vai, com força e discrição, guiando a história humana para a plenitude de Cristo, e isto por mais que, tantas vezes, o mundo pareça perdido e sem rumo, em meio a guerras, injustiças, hipocrisias, violências, tristezas e mortes. Cabe aos cristãos, saberem discernir e interpretar os sinais dos tempos, que o Santo Espírito faz brotar por toda parte, tendo ouvidos para ouvir o que o ele diz à Igreja.
(9) Finalmente, é no Espírito, que um dia, no Dia de Cristo, quando ele, nossa vida, aparecer em glória, tudo será glorificado, a história será passada a limpo, a criação inteira será transfigurada, o pecado será destruído para sempre, a morte será vencida e nossos corpos mortais ressuscitarão, transfigurados como o corpo do Cristo Jesus ressuscitado. Então, plena do Espírito, toda criação será plenamente corpo de Cristo. O Ressuscitado será Cabeça dessa nova criação e entregará tudo ao Pai, para que o Pai, pelo Filho, no Espírito, seja tudo em todas as coisas.
É esta a nossa esperança, a nossa certeza e a plenitude da nossa salvação. É esta realidade estupenda que se iniciou com o dom do Espírito, celebrado na festa de hoje.
Só nos resta implorar novamente o que cantamos antes do “aleluia”:
“Espírito de Deus,/ enviai dos céus/ um raio de luz!
Vinde, Pai dos pobres,/ dai aos corações/ vossos sete dons.
Consolo que acalma,/ Hóspede da alma,/ doce Alívio, vinde!
No labor, Descanso,/ na aflição, Remanso, / no calor, Aragem.
Enchei, Luz bendita,/ Chama que crepita,/ o íntimo de nós.
Sem a Luz que acode,/ nada o homem pode,/ nenhum bem há nele.
Ao sujo lavai,/ ao seco regai,/ curai o doente.
Dobrai o que é duro,/ guiai-nos no escuro, o frio aquecei.
Daí à vossa Igreja,/ que espera e deseja,/ vossos sete dons.
Dai em prêmio ao forte/ uma santa morte,/ alegria eterna./ Amém”.
D. Henrique Soares da Costa
Só nos resta implorar novamente o que cantamos antes do “aleluia”:
“Espírito de Deus,/ enviai dos céus/ um raio de luz!
Vinde, Pai dos pobres,/ dai aos corações/ vossos sete dons.
Consolo que acalma,/ Hóspede da alma,/ doce Alívio, vinde!
No labor, Descanso,/ na aflição, Remanso, / no calor, Aragem.
Enchei, Luz bendita,/ Chama que crepita,/ o íntimo de nós.
Sem a Luz que acode,/ nada o homem pode,/ nenhum bem há nele.
Ao sujo lavai,/ ao seco regai,/ curai o doente.
Dobrai o que é duro,/ guiai-nos no escuro, o frio aquecei.
Daí à vossa Igreja,/ que espera e deseja,/ vossos sete dons.
Dai em prêmio ao forte/ uma santa morte,/ alegria eterna./ Amém”.
D. Henrique Soares da Costa
sexta-feira, 11 de maio de 2018
domingo, 6 de maio de 2018
15 frases de santos de todos os tempos sobre a Virgem Maria
1. Santo Agostinho de Hipona, Padre e Doutor da Igreja
“Maria era bem-aventurada porque antes de dar à luz o Mestre na carne, o levou no seio”.
2. Santo Agostinho de Hipona
“Maria era feliz porque ouviu a palavra de Deus e a pôs em prática;
guardou mais a verdade de Cristo na sua mente do que o corpo de Cristo
no seu seio”.
3. Santo Afonso Maria de Ligório, Doutor da Igreja e padroeiro dos confessores e moralistas
“Maria é aquela torre de Davi, de que fala o Espírito Santo nos sagrados
Cânticos: ‘Ao redor dela se elevam fortalezas; ali se veem suspensos
mil escudos e todas as armas dos valentes’ (Ct 4,4). Vós sois, portanto,
Virgem Santíssima – como diz Santo Inácio Mártir – ‘um escudo
inexpugnável para aqueles que andam empenhados no combate’”.
4. São Bernardo de Claraval, Doutor da Igreja e conhecido por seu amor à Virgem Maria
“Se o vento das tentações se levanta, se o escolho das tribulações se interpõe em teu caminho, olha a estrela, invoca Maria”.
5. São Bernardo, também compositor de muitas orações marianas
“Se Ela te sustenta, não cairás; se Ela te protege, nada terás a temer;
se Ela te conduz, não te cansarás, se Ela te é favorável, alcançarás o
fim”.
6. São Francisco de Assis, fundador dos Franciscanos e devoto da Virgem
“Salve ó Senhora Santa, Rainha Santíssima, Mãe de Deus, ó Maria... Em
vós residiu e reside toda plenitude da graça e todo o bem”.
7. Santo Irineu, Padre da Igreja dos primeiros séculos que combateu heresias
“O nó da desobediência de Eva foi desatado pela obediência de Maria. O que uma fez por incredulidade o desfez a outra pela fé”.
8. São Luís Maria Grignion de Montfort, autor de vários livros marianos,
entre eles o “Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem”
“Sou todo teu, Maria, e tudo o que é meu te pertence”.
9. São Luís Maria Grignion de Montfort
“A quem Deus quer fazer muito santo, o faz muito devoto da Virgem Maria”.
10. São João Bosco, grande propagador da devoção a Maria Auxiliadora
“Um sustentáculo grande para vós, uma arma poderosa contra as insídias do demônio, tendes na devoção à Maria Santíssima”.
11. Santa Teresa de Jesus, mística e Doutora de Igreja
“Grande coisa é o que agrada a Nosso Senhor qualquer serviço que se faça à sua Mãe”.
12. Santa Teresa de Lisieux, Doutora da Igreja e Padroeira das missões
“Com a prática fiel das virtudes mais humildes e simples, tornaste, minha Mãe, visível a todos o caminho reto do Céu”.
13. Santa Teresa dos Andes, carmelita descalça latino-americana
“Maria, és a Mãe do Universo. Quem não se anima ao ver-te tão pura, tão
terna, tão compassiva, a revelar seus íntimos tormentos? Se é pecador,
tuas carícias o enternecem. Se é teu fiel devoto, somente tua presença
acende a chama viva do amor divino”.
14. São João Paulo II, o Papa das famílias
“Nos deste a Tua Mãe como nossa, para que nos ensine a meditar e adorar
no coração. Ela, recebendo a Palavra e colocando-a em prática, fez-se a
mais perfeita Mãe”.
15. São João Paulo II, o Papa peregrino
“Dai-nos vossos olhos, ó Maria, para decifrar o mistério que se esconde
nos frágeis membros do Filho. Ensinai-nos a reconhecer a sua face nas
crianças de toda raça e cultura”.
ACI
domingo, 29 de abril de 2018
"A religião cristã é a mais perseguida no mundo", segundo bispo de Basileia
O bispo
da Basileia (Suíça), Dom Kurt Koch, em um artigo publicado na Itália pelo Giornale
del Popolo, afirma que «80% das pessoas perseguidas hoje por sua fé no
mundo são cristãs».
“A religião cristã é
hoje a mais perseguida no mundo. Só em 2008, dos cerca de 2,2 bilhões de
cristãos, 230 milhões sofreram discriminações, marginalizações, hostilidade
permanente e inclusive perseguições por causa de sua fé”, acrescenta.
Como documenta o
informe deste ano, “Liberdade religiosa no mundo”, de Ajuda à Igreja que Sofre,
as perseguições aos cristãos acontecem sobretudo nas ex Repúblicas Soviéticas,
na República Popular Chinesa e nos países vizinhos, assim como em vários países
árabes e norte-africanos.
Ao menos em 25 países,
os cristãos são maltratados, presos ou mortos por sua fé.
Para Dom Koch, é “particularmente
triste que em nossos países ocidentais esta tragédia nem sequer seja conhecida
pelos próprios cristãos. Uma razão deste desinteresse pode ser o fato de que,
enquanto os irmãos perseguidos proclamam publicamente sua fé, nós a tenhamos
reduzido a um assunto privado”.
“Nós nos fechamos em
nossos problemas internos e não tomamos seriamente em consideração nossa missão
pública na sociedade, na política, no Estado, quando não a esquecemos
totalmente”, acrescenta o prelado.
Recordando as palavras de
Bento XVI, segundo as quais “se os cristãos se resignam a considerar fé e
Igreja como assunto privado individual, então a própria fé perde força”, Dom
Koch afirma que “quanto mais a religião se converte em um assunto privado, mais
perde sua alma”.
Recentemente aconteceu
um curso sobre religiões, promovido pela Associação Movimento
Donna (A.M.D.), com a colaboração da Universidade de Roma Tor Vergata
e a sala de imprensa do Conselho Nacional de Investigação italiano (CNR), no
qual se tratou sobre as perseguições religiosas, em particular contra os
cristãos.
Segundo Marco
Ferrazzoli, chefe da sala de imprensa do CNR, inclusive na Itália, onde o
cristianismo é sólido, está surgindo uma certa intolerância para com o Papa e a
hierarquia eclesiástica.
A propósito disso,
Ferrazzoli recordou a falida conferência do Papa na Universidade «La Sapienza»
de Roma e as ameaças, não só verbais, dirigidas contra o cardeal Angelo
Bagnasco.
Zenit
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