quinta-feira, 5 de julho de 2018

O sacramento da conversão

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Cada vez que você se aproxima com sincero arrependimento do Sacramento da Reconciliação, ao qual podemos chamar também de "Sacramento da Conversão", é oferecida uma grande oportunidade para que sua fé aumente. Acontece com frequência na nossa vida que o Sacramento da Reconciliação não desempenhe o papel que deveria ter, devido à rotina, ao hábito e à falta de preparação e disposição interior. Talvez você não se dê conta de que, tal como a Eucaristia, esse sacramento é também um canal particular de graça e de encontro com Jesus Cristo. É possível também, que você nem sequer se lembre de rezar pelo seu confessor ou diretor espiritual, para que ele possa ser para você um instrumento de Deus, cada vez mais perfeito e como auxílio eficaz no desenrolar de sua conversão.

O exame de consciência deve constituir um profundo olhar dirigido ao seu interior, a fim de observar para onde se orienta a sua vida, o que é que para você tem maior valor e quem é para você Jesus Cristo. É sobretudo disto que devemos confessar a nós mesmos: Quem é Jesus Cristo para você? Qual é a sua principal opção? Você está certo de que, verdadeiramente, O escolheu com radicalidade? É por aqui que deve começar a confissão dos nossos pecados, porque é isto o mais importante. Se você não fez ainda a sua opção por Jesus Cristo, pode ter a certeza de que todos os outros pecados não são mais do que a consequência e o resultado do seu pecado fundamental.

A conversão vem determinada pelo arrependimento. No Sacramento da Reconciliação encontramo-nos com Cristo desejoso de nos perdoar de nos curar as feridas produzidas pelo nosso pecado. Mas, se não lhe expõe as suas feridas, Ele não pode curá-las. O arrependimento é um ato de humildade. A humildade deve aumentar continuamente em você e, por essa razão, o seu arrependimento não deve também parar de crescer. Mas o arrependimento e a contrição nunca serão suficientes. Quanto mais pecador e pior que os outros você se sinta, tanto maior abertura terá para as graças e a fé.

O sacramento da Reconciliação deve ser um sacramento esperado porque é um particular momento de nosso encontro com Cristo. O Amor quer ser esperado, e quando não o é, fica ferido.

Podemos compreender que não basta cumprir os mandamentos da lei de Deus, mas que também nós nos empenhemos em responder a Cristo que nos chama à loucura de fé, isto é à radicalidade bíblica. Por isso requere-se uma conversão contínua a uma tal radicalidade. A loucura bíblica consiste em darmos a Deus tudo o que nos pertence e Ele dá-nos em troca tudo o que é Seu. Nós damos o nosso miserável todo, enquanto ele nos dá o Seu maravilhoso todo, o Seu divino todo.

Pe.Tadeuz Dajzer

terça-feira, 26 de junho de 2018

Santo Padre propõe uma visão global da bioética

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Cidade do Vaticano (Segunda-feira, 25-06-2018, Gaudium Press) Para o Papa Francisco, quando se fala de vida humana é preciso considerar a qualidade ética e espiritual da vida em todas as suas fases: desde a concepção até a morte.
Mas não só a vida biológica: existe a vida eterna, existe a vida que é família e comunidade, existe a vida humana frágil e doente, ofendida, marginalizada, descartada. Tudo isso "é sempre vida humana", reiterou o Papa.

Homenagem
No início do seu discurso, o Pontífice agradeceu publicamente o empenho e a dedicação do Cardeal Elio Sgreccia, um dos maiores especialistas em bioética do mundo e presidente da Pontifícia Academia para a Vida no passado. Hoje, este cargo é ocupado pelo arcebispo Vincenzo Paglia.

Narcisismo: uma síndrome
Em suas palavras o Papa fez uma pergunta e criou uma metáfora para melhor ser entendido:

"Quando entregamos as crianças à privação, os pobres à fome, os perseguidos à guerra, os idosos ao abandono, não fazemos nós mesmos o trabalho ‘sujo' da morte?", foi a pergunta que o Papa fez aos que o ouviam, mas que servia de questionamento também para quem não estava na Sala.

Afirmou o Pontífice que, excluindo o outro do nosso horizonte, a vida se fecha em si mesma e se torna bem de consumo. Como Narciso, afirmou, nos tornamos homens e mulheres-espelho, que veem somente a si mesmos e nada mais. É por isso que é preciso ter uma visão global da bioética.

Para Francisco, existe a necessidade de a bioética contemplar também um discernimento meticuloso das complexas diferenças fundamentais da vida humana: do homem e da mulher, da paternidade, da maternidade, a fraternidade, a doença, o envelhecimento, a violência e guerra.

Bioética: defender com paixão embrião e os que já nasceram
Para Francisco, a sacralidade da vida embrional deve ser defendida com a mesma paixão que a sacralidade da vida dos pobres que já nasceram.
A bioética global, portanto, requer um discernimento profundo e objetivo da valor da vida pessoal e comunitária, que deve ser protegida e promovida também nas condições mais difíceis.

Todavia, observou o Papa, a regulamentação jurídica e a técnica não são suficientes para garantir o respeito à dignidade da pessoa.
Mas Francisco alerta que a perspectiva de uma globalização que tende a aumentar a aprofundar as desigualdades pede uma resposta ética a favor da justiça.
Por isso, conclui o Pontífice, é que torna-se importante estar atentos a fatores sociais e econômicos, culturais e ambientais que determinam a qualidade de vida da pessoa humana.

Vida humana: destino final, para além da morte
Por fim, é preciso se interrogar mais profundamente sobre o destino último da vida.
"A vida do homem, encantadora e frágil, remete além de si mesma: nós somos infinitamente mais daquilo que podemos fazer para nós mesmos."
A sabedoria cristã, concluiu o Papa, deve reabrir com paixão e audácia o pensamento do destino do gênero humano à vida de Deus, que prometeu abrir ao amor da vida além da morte. (JSG)

segunda-feira, 18 de junho de 2018

sexta-feira, 8 de junho de 2018

Estas são as 12 promessas do Sagrado Coração de Jesus


REDAÇÃO CENTRAL, 07 Jun. 18 / 06:00 am (ACI).- “Ao Coração de Jesus agradam muito os serviços dos pequenos e humildes de coração, e paga com bênçãos seus trabalhos”, dizia Santa Margarida Maria Alacoque, a quem Jesus revelou as promessas que realizará aos devotos de seu Sagrado Coração.
As 12 principais promessas do Sagrado Coração de Jesus são:

1. Eu darei aos devotos de Meu Coração todas as graças necessárias a seu estado.
2. Estabelecerei e conservarei a paz em suas famílias.
3. Eu os consolarei em todas as suas aflições.
4. Serei refúgio seguro na vida e principalmente na hora da morte.5. Lançarei bênçãos abundantes sobre os seus trabalhos e empreendimentos.
6. Os pecadores encontrarão, em meu Coração, fonte inesgotável de misericórdias.
7. As almas tíbias tornar-se-ão fervorosas pela prática dessa devoção.
8. As almas fervorosas subirão, em pouco tempo, a uma alta perfeição.
9. A minha bênção permanecerá sobre as casas em que se achar exposta e venerada a imagem de Meu Sagrado Coração.
10. Darei aos sacerdotes que praticarem especialmente essa devoção o poder de tocar os corações mais endurecidos.
11. As pessoas que propagarem esta devoção terão o seu nome inscrito para sempre no Meu Coração.
12. A todos os que comunguem, nas primeiras sextas-feiras de nove meses consecutivos, darei a graça da perseverança final e da salvação eterna.
Condições para obter as graças prometidas pelo Sagrado Coração de Jesus:
1. Receber sem interrupção a Sagrada Comunhão durante as nove primeiras sextas-feiras consecutivas.
2. Ter a intenção de honrar o Sagrado Coração de Jesus e de alcançar a perseverança final.
3. Oferecer cada Sagrada Comunhão como um ato de expiação pelas ofensas cometidas contra o Santíssimo Sacramento.
Oração ao Sagrado Coração de Jesus
Oh! Deus, que no Coração de vosso Filho, ferido por nossos pecados, vos dignais prodigalizar-nos os infinitos tesouros do amor, nós vos rogamos que, rendendo-lhe o preito de nossa devoção e piedade, também cumpramos dignamente para com ele o dever de reparação. Pelo mesmo Cristo Senhor nosso. Amém.
Sagrado Coração de Jesus, em Vós eu confio!