sexta-feira, 30 de outubro de 2020
Halloween: O problema não está nas fantasias ou doces, esclarece sacerdote
quinta-feira, 22 de outubro de 2020
Igrejas queimam no Chile: fogo, silêncio e mentira
quarta-feira, 14 de outubro de 2020
sexta-feira, 2 de outubro de 2020
Como o Padre Pio tratava a questão do aborto? O que ele pensava do aborto?
Ainda temos bem junto de nós as recentes comemorações referentes ao Santo Padre Pio. O aroma de agradável odor a Deus emanado de sua vida sofrida e santificada ainda nos envolve.
Porém, nunca é demais recordar ou vir a saber coisas novas sobre ele. Seus muitos ensinamentos, muitos exemplos e muita sabedoria deixados como um legado para todos nós, merecem ser recordados, revividos.
Aborto: tema atual, tratado muitas vezes sem os contornos morais e religiosos que lhe são indispensáveis
Muito atual em nossos dias é o tema do aborto. Lamentavelmente, nem sempre ele é colocado no contexto que lhe é devido, ou seja, trata-se pouco do tema do aborto como sendo ele uma temática de contornos morais e religiosos, muito embora ele seja também um tema social e cultural, sem dúvida.
Como o Padre Pio tratava a questão do aborto? O que ele pensava do aborto?
Em certa ocasião numa conversa que teve com um amigo sacerdote, o santo dos estigmas mostrou que considerava essa prática não apenas o assassinato de um ser humano inocente, mas “um verdadeiro suicídio” para a humanidade.
Sem
dúvida, uma história que ficou famosa, muito embora tenha surgido em
meio a uma conversa (despretensiosa?) entre dois sacerdotes filhos de
São Francisco
A conversa aconteceu entre Padre Pio e
Frei Pellegrino Funicelli, que a descreveu em seu livro “Jack of All
Trades of Padre Pio”, publicado em de 1991.
Padre Pio nega absolvição a uma mulher que praticou voluntariamente um aborto
É verdade,
Padre Pio às vezes se recusava a dar a absolvição a um penitente se ele
mostrasse uma contrição insuficiente. Estes penitentes, com frequência
voltavam e só recebiam a absolvição se dava mostras de um arrependimento
sincero.
Na conversa que tiveram, o Pe. Funicelli perguntou ao santo:
–“Hoje o senhor negou a absolvição a uma
mulher porque tinha se submetido voluntariamente a um aborto. Por que
foi tão rigoroso com esta pobre infeliz? “
Padre Pio respondeu:
–“O dia em que as pessoas perderem o horror pelo aborto será o dia mais terrível para a humanidade.
O aborto não é apenas um homicídio, é também um suicídio.
Não deveríamos ter a coragem de manifestar nossa fé diante daqueles que cometem dois crimes em um só ato? ”.
O senhor disse “Suicídio?”, perguntou o Pe. Pellegrino. E o Padre Pio respondeu aafirmativamente:
–“O suicídio da raça humana será compreendido por aqueles que verão a terra povoada por idosos e despovoada de crianças: Queimados como um deserto”, respondeu Padre Pio. ” (JSG)
Gaudium News
segunda-feira, 21 de setembro de 2020
Radicados Nele
Como a raiz que busca o centro da terra, escondendo-se para melhor servir e melhor nutrir, prendendo-se com maior força quanto mais se aprofunda, assim deveria ser eu.
Eu deveria mergulhar-me cada dia mais nas profundezas de Deus, abismando-me na Verdade e na Justiça, prendendo-me cada vez mais, por minhas ações e meus desejos, sem desfalecimentos ao Eterno que me alimenta. Porque o solo em que fui plantado é capaz de me fazer viver. A raiz não escolhe o lugar, mas utiliza-o. O solo onde a Providêncioa me colocou está cheio de seiva que desconheço ou desdenho, e recuso deitar raízes em funções desagradáveis, num meio arenoso e triste, num dever austero, exigente. Sou uma planta altiva e orgulhosa, que se murcha por falta de abandono confiante.
Não queremos entregar a nossa estabilidade, o nosso progresso, o nosso futuro, a nossa felicidade, o nosso ser unicamnete a Deus; e porque fazemos esta reserva, definhamos.
O nosso meio, por ser nosso, deve ser amado por nós. Onde quer que a Providência nos coloque, aí devemos viver. Estamos enraizados numa imensa bondade inteligente, e a graça de Cristo subirá em nós por todos os canais de nossos desejos.
Ser justo, ser sincero e bom, mesmo quando ninguém nos vê; cuidar bastante do pensamento secreto que nos move, e cuja vulgaridade é por vezes tão culposa; preocupar-se não tanto pela planta visível, que é efêmera, como da subterrânea, princípio e regeneração da outra, não será isso começar a crescer pela raiz e colaborar com o solo divino?
Por isso, só a Vós entrego o cuidado de me abrigar e dar crescimento. Só de Vós espero a graça de poder lançar raízes no meio providencial que me marcastes, e de me alimentar com meu dever, muito embora rude e de obscuro aspecto.
E quando precisar de mais energia, de mais resignação e mais doçura, e de uma paciência a toda prova, lembrar-me-ei de que é só penetrando mais profundamente em Vós, e dependendo mais estreitamente de Vós, que se podem adquirir todos esses aumentos.
Pe. Pierre Charles, SJ

